domingo, 13 de janeiro de 2013

Contradizer é levantar...





Vive-se do caos!
Somos gerados a cada contradição;
Mutilados pelos imprevistos da alma;
A revolta é inicio, é êxodo...

Tem se o sentidos das coisas, o linear que estagna;
O dia que não termina em fatos e o pensar que se perde na batalha;
Para a luta basta a decisão, crê no choro e nas cinzas...

Do outro lado reside o fim, a dor que faz nascer a luz;
Pois são as sombras setas, reflexo e direção além da noite...
A justiça é calor, é além dos olhos, força do ato.
Calejados devemos estar ao fim de cada arrebol,
Mortos!
Tremulantes e em extrema miséria de espirito.

A luta apaga a dor, faz marcas, porém leva a riquezas.
TUDO se encaminha para um ÚNICO lugar;
Minhas escolhas, meus desejos, meu corpo e minhas duvidas;
Se tenho um sentido, tenho uma vida. Tenho alegria na dor!
Quando choro, choro porque sei que não estou só,

Ao fim das  quedas, entende-se a VONTADE,
De dia a guerra será farol, no repousar, silêncio de poesia...

4 comentários:

  1. Lindas palavras. Deus está contigo. (:

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  2. mto obg, que ele esteja sempre ao teu lado!!! paz e bem

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  3. Você é demais!
    Parabéns pela sensibilidade de transformar seus pensamentos em escritos belos assim. Leio, releio e me encanto a cada leitura.
    Abraço fraterno,
    Lu

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  4. nossa Lucimara vc não sabe o quão fico feliz de ouvir suas palavras, isto ´porque a admiro imensamente, também leio várias vezes seus escritos, e parabéns pela sua cronica, li um dia desses na casa do tom, maravilhosa, criativa ao extremo...obrigado por nos encantar com as palavras...

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