sábado, 29 de dezembro de 2012

O resquício de um povo:


 Fim dos Tempos!?



Eis então que minha lamparina foi ao chão; Anoiteceu!
Somente enxergava o incerto;
Pela janela, tremulante, ouvia as pessoas que falavam estilhaçando as ideias. Era a véspera do acaso;


Indiferente ao fim, optei por delegar aos sonhos minha curiosidade;

Nos sonhos, via um povo central ,que teciam datas como se fossem redes;

Inauguravam os dias com profecias, clamavam aos ventos por um fim!
Em vigília, a possibilidade da destruição deixa de assustar, todos que ouço, falam do fim de um mundo bizarro, engraçado, debocham inúmeras vezes, vinte e uma para ser pontual;

Tenho tentado o equilíbrio dos pensamentos, buscado sentir o que a apreensão laboriosa quer mostrar;

Talvez o fim, seja limiar da esperança de um povo esquecido;
De uma civilização afoita por vida;
De homens e mulheres marcados pelo tempo que declina;
Têm a esperança em nossos dias;
Suas cicatrizes regressam junto da humanidade;

São enfim lembrados!

O que se cumpre, a existência almeja, é então o corpo que proclama:
“No dia de amanha retornaremos”

2 comentários:

  1. Aquele que crê nunca verá o fim dos tempos...
    Um ano de muita luz e bênçãos pra você. Feli 2013! Grande abraço!

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  2. mto obrigado minha cara, pra ti tb, que o Cristo renasça a cada manha, que seus dias sejam longas e suas noites amenas, paz e bem

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