Que a morte venha do azul dos seus olhos,
Que cada dia seja por fim louvor;
Sendo tua longa barba branca; alicerce
Os dias logo são preces, cada instante, lagrimas que te enxugam;
Presente em tudo, um amor que poeta desconhece e prosa alguma discursa,
Que a morte venha como sombra de tua palma,
Ser teu, para assim amar;
Sofrer contigo, para te ouvir;
Deixar de ser, para te encontrar;
Penso em ver cada ponto de ti;
Em tocar cada ferida;
Escutar teus assopros e sentir tudo que se faz em ti;
Não ha mais fumaça nem asas, quem te viu, contemplou lírios e rosas,
Te amo pelo visível das limitações,
Te glorifico com a luz que em mim reflete,
Deixa me vê- lo a cada rosto;
Que a morte venha de encontro a imperfeição...

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