Caminhar com o vento,
Deixar de lado TUDO que me mantém;,
Olhar o céu meio que desatento;
Pensei em transmutar o que sou em quem já
vi,
Passei a cantar melodias desconexas;
A falar somente o que já existia,
Em meio ao outro, não mais senti;
Longe do incerto, minha vida era magnética;
O que atraia, aos poucos deformava o ego,
Por dentro jazia somente o relativo,
Deixei - me ser; Fui imantado ;
Agora, como Emília, transpasso meu tecido,
Desejo o que liberta,
Busco o que independe,
Sinto o que conecta,
Os pólos já não me atraem,
Aquém de mim, respeito,
Próximo do outro, identidade
Enfim, eu sou!

Que lindo Dago...!
ResponderExcluirMágico poema assim como a mente juntamente com os dedos do autor!
ResponderExcluirmto obg,,,,DEus abencoe..paz e bem
ExcluirMacarrão com pão Dago!!
ResponderExcluirkatiucia.....:D
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