Deixei de lado o orgulho e a revolta,
Prefiro este calar,
Optei pelos gritos de minha alma,
Fecho os olhos e afugento minha surdez,
Ouço orquestras, discursos incertos e raciocínios ilógicos,
Clamores que secam minha vontade,
Ideias que inutilizam meus atos,
Que será esta sinfonia por entre meus pensamentos?
Sempre busquei o silêncio, tenho o do mundo!
Dentro de mim nunca me calo,
Penso em águas, em diademas e quimeras,
Olho tudo ao redor, vejo o que atrai e o que distrai,
Sou traído pelo vazio de minhas palavras, vejo rápido
demais,
Demoro-me em refletir, cansado de olhos, recupero-me no
escuro,
No cerne, novamente o carnaval,
O que será? o que vira? E como ser?
Se eu pudesse virar o silêncio!?
Ah quão bom isso seria! Estas palavras me viriam como brisa,
Estas letras deixaram de ser, ouviria a noite e o belo,
Com leveza e bem devagar para o próximo me curvaria,
Preciso me conter;
Aquietai-vos silêncio que não me queres!
Para que o céu?
Questionamentos suaves que se completam;
Plena vida que escorre de perguntas simples,
Me vem uma questão, fecho os olhos,
Deixo -me embriagar com o firmamento que escorre em gotas,
Mas afinal quem é o dono da chuva?

Aiiiiiiiiiiiiiiiiiii q lindoooo
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