terça-feira, 16 de novembro de 2010

O Paradoxo do Tempo


O amanha é minha cura esqueço de minhas angústias,
Vivo do pretérito de minhas escolhas,
Sinto a nostalgia do que há por vir e prevejo a letargia do que passou despercebido.

Com a sombra de um fato;
Trilho a inconseqüência, num destino imutável;
Navego por rios sensatos em ondas cerebrais;
Despejo a minha essência em uma fôrma de mesmice;
Trago a insuficiência de um mundo ocioso;
Me vejo perpetuando a história de uma alma.

Com o sol refletindo minhas orações, a estrela de Davi conecta o chão sob meus pés ao firmamento inexplicável, atemporal e venusto;
Dilatando minhas pupilas, transcendendo meu espírito, inebriando minha razão e purificando o meu coração;
A presença real do Leão de Judá que intensifica minha essência e preenche-me com tua graças arrebatadora, se faz personificado e intrinsecamente cravado em minha alma;
Que anseia por tua presença e se faz concreta como o fenômeno de uma manhã e o mistério das estrelas que engrandecem o mundo perante as sombras.

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