quinta-feira, 3 de novembro de 2011

"Mata-se o corpo, e não a alma."

                                                                       


                   É preciso se perder;


                                                                          É preciso morrer;
É preciso ser o nada;
Sendo para o passado um sepulcro;


O SER em questão. Por que?
Esquece pois de tuas idéias;
Lança fora tuas imposições;
Aproxima-se vazio. Será?


Taciturno e impávido na umidade bestial de um "eu" escorregadio; Medíocre!
Ama pois o outro;
Sejais o mundo por descobrir, a mata virgem por adentrar;
Esquece porém do feito, segue si só a singularidade;



Navega a alma em rios caudalosos, em tramas serpentiantes;
Busca o alimento para alçar....Precipite;
Inaudito suserano de desdém sombrio; Atenta-me;


Que lastima sermos o que cevamos. Torpor que perdura do prazer;
Imortal será quando no silêncio despojares do que te forma;
Ama-se a luz de cada lapso existente. Coragem!


Profundo emplastro do SER por uma lodosa vaidade;
Falsa verdade e fétido desejo;
Só no alvorecer melodioso do amor a mortalha cedera;


É justo o amor para se encontrar; (Serei).....

É justo ser...Uma rosa náutica. o desprender e o doar. (Sendo)...

Morrerás o eu, surgira o Tudo. DE tanto desfalecimento mortifico meu Norte;

Enfim ...(SOU).... curado em ti!

Nenhum comentário:

Postar um comentário