Inaudível coração, repleto de pesares, sujo com a doença do sôfrego;
Um soluço estafante, condenado a se banhar nas lágrimas da alma que brotam do recôndito da imagem;
Doravante o incerto será tua agonia, o sofrimento gerado por anos, teu falso amigo;
Os olhos que não desistiam de marejar tuas injustiças, agora te traem, áridos de beleza e bondade, resignando-se;
Não terá mais ao céu o astro laico, agora somente o vazio de teu corpo;
Teu entendimento tardou em lhe ajudar, a consciência adormecida por anos, se levanta para sentir o desfecho de tantas incredulidades. Resta somente o cobrir do madeiro e o choro de um Criador;
Elohim ressurge por entre este ser nefasto, retirando aquele flash de amor inato que foi suplantado pelo “eu”;
Um luz que agora queima o impuro desejo e transfigura o fim em campos de esperança, e o “tu em mim”;
Tarde agora me deito, sabendo que morri em consciência, percebendo no firmamento o 7 olhar;
Renascendo todos os dias, recomeçando ao passo de todo desvio, extinguindo de meus ossos em cada morte, um pedaço do Caim nascido do fogo de minhas traições, manchado pelo pecado que insiste em dominar as dúvidas egocêntricas;
No monte sagrado do vinculo de toda vida.; Vejo agora ao longe o derradeiro dia;
Posso então viver tranquilamente as provações da penultima aurora, E prostrando-me entoar “Sou eu o sexto dos dias”....
Perceptível silêncio, tingido de rubro, emergindo pulsos desiguais de amores irreais;
Um soluço estafante, condenado a se banhar nas lágrimas da alma que brotam do recôndito da imagem;
Depreciado edifício, robusto em forma, fraco e desolado em essência verdadeira;
Doravante o incerto será tua agonia, o sofrimento gerado por anos, teu falso amigo;
Os olhos que não desistiam de marejar tuas injustiças, agora te traem, áridos de beleza e bondade, resignando-se;
Não terá mais ao céu o astro laico, agora somente o vazio de teu corpo;
Frio que agora zomba, dor que agora se encarna, que pulsa por entre a estrutura que outrora feria o próximo;
Teu entendimento tardou em lhe ajudar, a consciência adormecida por anos, se levanta para sentir o desfecho de tantas incredulidades. Resta somente o cobrir do madeiro e o choro de um Criador;
Elohim ressurge por entre este ser nefasto, retirando aquele flash de amor inato que foi suplantado pelo “eu”;
Um luz que agora queima o impuro desejo e transfigura o fim em campos de esperança, e o “tu em mim”;
Tarde agora me deito, sabendo que morri em consciência, percebendo no firmamento o 7 olhar;
Renascendo todos os dias, recomeçando ao passo de todo desvio, extinguindo de meus ossos em cada morte, um pedaço do Caim nascido do fogo de minhas traições, manchado pelo pecado que insiste em dominar as dúvidas egocêntricas;
No monte sagrado do vinculo de toda vida.; Vejo agora ao longe o derradeiro dia;
Posso então viver tranquilamente as provações da penultima aurora, E prostrando-me entoar “Sou eu o sexto dos dias”....

Gostei do seu poema.
ResponderExcluirSou eu o sexto dos dias, incompleto, inacabado.
Não choras amarguras do que em mim ainda falta, mas participo das alegrias daqueles que se deixam completar por uma existência infinitamente maior.
Sou devir, que anseia por ser por completo no Ser que encerra em si todas as coisas.
E viva o sexto dia!!!! rsrsrsrsrs
Afinal, foi nele que fomos criados.
Padre Tom, Alan e Dani!