sábado, 9 de julho de 2011

Marasmo do Tempo

O nosso tempo se foi,
A árvore se desfaleceu e a emocionante vida se comprometeu,

Antes se dera por meio da simplicidade,
Ao acaso um sorriso, um minuto boas lembranças,
No fim da tarde, com o vento frio, almas graciosas bradam a alegria de gaia,

O ar se entorpeceu de imundas palavras,
De gélidos abraços,
de olhares fundos,
de sorrisos fúteis,
De almas presas e vidas perdidas,

Ao desdém dos hipócritas, a impetuosa força da ganância, que releva com a vertigem da grandeza, que se faz pura golpeando os ideias do coração....

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