
Sinto - me invadir por um desespero culminante;
Sei o que sou, mas ainda penso se serei um dia o mesmo alguém que minha mente almeja;
Sem um fim, sem um entendimento, sem um propósito, o que será o desdém dos poucos?
Mortes que são aperitivos de uma plena estrutura indiferente, de um sistema até um pouco eloquente;

Seu dinheiro me subtrai, sua mente me desvai;
Adquirir o fim por meio de um cupim capitalista?
O sentido se contraria, e a coerência enlouquece;
A música não é mais expressão verdadeira;
O plágio se diz criativo, e o igual inovador, será isto liberdade?
A informação nos vem distorcida, e o entendimento corrompido;
Ideias são arcaicos, bom senso e pureza ignorância e nada mais.
Derradeiramente encaminhamos para a utopia de desvencilhar a simplicidade do intrépido sopro de vida, esses são iminentes insensatos retorcidos pela ganância e reanimados pela volúpia do poder e a impugnação de viver para sempre e não mais ver o firmamento da Obediência
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