Amas por que dizes;
Vais onde deves ir;
Sois vago até nos olhares;
Onde deves, onde estás, é tudo.
Não olhes o que compete ao subjetivo;
Sejais chão, ai esta o sentido;
Se buscais caminho, nele já esta;
No que compele ao invisível o vento já se fez;
Eis-me, proclamei no dia minha existência;
Jás-me, sepultei-me no ser em si;
Das-me o tempo no que és;
Onde fostes? Proclame o dia!
Onde vives? No silêncio de um suspiro lute!
Por que lutas? Deveras e deverias no ar lançar teus segundos!
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