Vive-se do caos!
Somos gerados a cada contradição;
Mutilados pelos imprevistos da alma;
A revolta é inicio, é êxodo...
Tem se o sentidos das coisas, o linear que estagna;
O dia que não termina em fatos e o pensar que se perde na
batalha;
Para a luta basta a decisão, crê no choro e nas cinzas...
Do outro lado reside o fim, a dor que faz nascer a luz;
Pois são as sombras setas, reflexo e direção além da
noite...
A justiça é calor, é além dos olhos, força do ato.
Calejados devemos estar ao fim de cada arrebol,
Mortos!
Tremulantes e em extrema miséria de espirito.
A luta apaga a dor, faz marcas, porém leva a riquezas.
TUDO se encaminha para um ÚNICO lugar;
Minhas escolhas, meus desejos, meu corpo e minhas duvidas;
Se tenho um sentido, tenho uma vida. Tenho alegria na dor!
Quando choro, choro porque sei que não estou só,
Ao fim das quedas, entende-se a VONTADE,
De dia a guerra será farol, no repousar, silêncio de
poesia...
