O estrondo insentido já se esboça em sua forma humana;
Digno é gaia, sereno é o seu amor e profundo é o seu olhar;
A desnutrição da alma é despercebida, sons estranhos são transmitidos por entre valas escuras da aparência;
Rios entre abertos sob a face;
Por entre estímulos ensandecidos, frutos metafísicos se compõe, formando a arvore do meu “eu”, subjaz o criador;
Relevando o sopro perdido e o elo extenuante do impulso inato;
Marejando sentimentos perpétuos os olhos se afogam no fim da pureza e no inicio proclamado da essência do mal;
Há uma luz que brilha incessantemente, que aquece, que floresce, que cura e que inebria, duro caminho este, difícil aceitação;
Prova de fogo que queima mas não fere, que gera lágrimas que se dissipam da tristeza, que embriaga o ser sem a onisciência da autonomia, dor que constrói pontes e implode muros do egocentrismo .
